Queria pedir desculpas aos meus 2(dois) seguidores e, possivelmente leitores, por demorar a postar, eu sei o quanto vocês adoram ler os meus textos. Mas no momento meu blog ficará fechado até a próxima postagem D:
M.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Trancada do lado de fora
Tudo está fora de controle, não sou mais a mesma, não tenho mais a mesma agilidade. Giro em piruetas, mas sempre perco o equilíbrio, sempre perco o controle.
Tento esmurrar a porta para ver se alguém abre. Todos estão lá dentro, controlando minha vida: O que eu faço, Para onde vou, O que vestir. Eles me transformaram em um ser indiferente, não tenho mais a ânsia de conhecer o desconhecido.
Não consigo entrar.
Mas será que a porta está realmente trancada ou não percebi que só precisa empurrar a barra anti-pânico?
Tento esmurrar a porta para ver se alguém abre. Todos estão lá dentro, controlando minha vida: O que eu faço, Para onde vou, O que vestir. Eles me transformaram em um ser indiferente, não tenho mais a ânsia de conhecer o desconhecido.
Não consigo entrar.
Mas será que a porta está realmente trancada ou não percebi que só precisa empurrar a barra anti-pânico?
terça-feira, 30 de março de 2010
Sinto, as vezes, que isso é inútil. Tentar ser alguém que eu não sou, só por que li em um livro ou vi em um filme. Essa não sou EU.
Aqueles em filmes e livros são minhas ideias de perfeição. O jeito que se movem e o jeito como cada música se encaixa no momento. É tão lindo e surreal que, as vezes, é difícil conter as lágrimas. Até por que,ao final do filme, você percebe que vive na mesmice e não consegue fazer nada. É aquele momento de epifania, você abre os olhos e enxerga um diferente mundo e depois dorme e continua sua vida pacata.
Não sei nem se tudo isso tem a ver com o que eu queria dizer. O quão frustrante é começar algo e não terminar, pois eu sei que não valerá nada.
Enquanto isso, no filme ou no livro, o protagonista sempre vai ter uma frase de efeito para dizer, que se torna célebre, o que fará com que todos se lembrem dele quando pronunciarem tais frases. E no fundo, aquele chorinho da guitarra que fará todos caírem no pranto.
E continuo a procurar algo que me sirva, eu quero tudo, mas nada é o que eu realmente quero!
Aqueles em filmes e livros são minhas ideias de perfeição. O jeito que se movem e o jeito como cada música se encaixa no momento. É tão lindo e surreal que, as vezes, é difícil conter as lágrimas. Até por que,ao final do filme, você percebe que vive na mesmice e não consegue fazer nada. É aquele momento de epifania, você abre os olhos e enxerga um diferente mundo e depois dorme e continua sua vida pacata.
Não sei nem se tudo isso tem a ver com o que eu queria dizer. O quão frustrante é começar algo e não terminar, pois eu sei que não valerá nada.
Enquanto isso, no filme ou no livro, o protagonista sempre vai ter uma frase de efeito para dizer, que se torna célebre, o que fará com que todos se lembrem dele quando pronunciarem tais frases. E no fundo, aquele chorinho da guitarra que fará todos caírem no pranto.
E continuo a procurar algo que me sirva, eu quero tudo, mas nada é o que eu realmente quero!
quarta-feira, 24 de março de 2010
Já tentei explicar miha angústia:
EU só quero palavra de conforto, mas elas foram para um outro EU, um EU que compreende, um EU que sabe o que quer.
Não sei palavras difíceis, muito menos sei organizá-las em uma frase, mas isso é tudo o que querem de mim.
Faço o que for para agradar e não peço nada em troca, mas me entristece as palavras ditas.
Aquelas...
...PENSAR!
EU só quero palavra de conforto, mas elas foram para um outro EU, um EU que compreende, um EU que sabe o que quer.
Não sei palavras difíceis, muito menos sei organizá-las em uma frase, mas isso é tudo o que querem de mim.
Faço o que for para agradar e não peço nada em troca, mas me entristece as palavras ditas.
Aquelas...
...PENSAR!
quarta-feira, 17 de março de 2010
Vestido de renda azul
Em seu vestido de renda azul, aquele que era usado só aos domingos na missa, Maria sentou em sua cadeira de balanço que comprara na feirinha de artesanato de seu bairro e que a posicionara para janela que dava de frente para rua.
Maria olhava as pessoas que perambulavam por ali.
Não tinha certeza se estava ficando doida, mas sabia que precisava lembrar de alguma coisa, só não conseguia saber o que era.
Ficava balançando em sua cadeira sem parar, passava as mãos pelos cabelos enrolados.
Era insuportável a sensação de esquecimento.
Maria olhou para janela.
Um casal que passava por perto viu uma mulher de vestido de renda azul estendida no chão. Morta.
O casal atravessou a rua e simplesmente esqueceu.
Maria olhava as pessoas que perambulavam por ali.
Não tinha certeza se estava ficando doida, mas sabia que precisava lembrar de alguma coisa, só não conseguia saber o que era.
Ficava balançando em sua cadeira sem parar, passava as mãos pelos cabelos enrolados.
Era insuportável a sensação de esquecimento.
Maria olhou para janela.
Um casal que passava por perto viu uma mulher de vestido de renda azul estendida no chão. Morta.
O casal atravessou a rua e simplesmente esqueceu.
sexta-feira, 12 de março de 2010
A leitora!
Desde de quando ler virou um dom?? eu sinceramente não sei. Ler é um dever não um dom, mas ainda ainda existem pessoas que acham que isso é um dom.
Incrível! mas tudo bem.
Ainda estou procurando meu verdadeiro dom, mas as vezes minha " auto-estima " simplesmente não me deixa. Assim a depressão vem e com ela a minha auto analise.
Mas como uma criança que não tem com quem brincar, eu sinto que falta algo.
Aaaah, mas aí eu percebo que não falta, na verdade há tanto que a pele não consegue segurar, assim, tudo isso se transforma em gordura não utilizável. Por outro lado, a vontade de mudar invade meu ser tão intensamente que chego ao extremo, mas, logo depois, vem a derrota, não consigo sair do lugar por causa de uma leve brisa que sempre me leva de volta ao começo.
Essa brisa me parece tão triste que eu simplesmente não consigo evitar de parar, e cuidar dela. Então, ela me surpreende com uma tempestade, deixando-me só na minha melancolia.
E então, não tarda a aparecer aqueles que dizem: "Você vai ser uma grande LEITORA."
Acho que esse deve ser meu futuro: SER uma grande LEITORA!
Incrível! mas tudo bem.
Ainda estou procurando meu verdadeiro dom, mas as vezes minha " auto-estima " simplesmente não me deixa. Assim a depressão vem e com ela a minha auto analise.
Mas como uma criança que não tem com quem brincar, eu sinto que falta algo.
Aaaah, mas aí eu percebo que não falta, na verdade há tanto que a pele não consegue segurar, assim, tudo isso se transforma em gordura não utilizável. Por outro lado, a vontade de mudar invade meu ser tão intensamente que chego ao extremo, mas, logo depois, vem a derrota, não consigo sair do lugar por causa de uma leve brisa que sempre me leva de volta ao começo.
Essa brisa me parece tão triste que eu simplesmente não consigo evitar de parar, e cuidar dela. Então, ela me surpreende com uma tempestade, deixando-me só na minha melancolia.
E então, não tarda a aparecer aqueles que dizem: "Você vai ser uma grande LEITORA."
Acho que esse deve ser meu futuro: SER uma grande LEITORA!
segunda-feira, 1 de março de 2010
KI QUEIJO
Observando através da janela do carro, um homem com uma barriga levemente arredondada e rígida, perceptivelmente por causa da junção de muita bebida com castanha, chamou-me a atenção, não por causa da sua aparência física, mas sim pelo que ele segurava em sua mão direita: um saco de KI QUEIJO.
"muitos não devem saber, mas a palavra KI QUEIJO vem da união da fala informal usada na internet para agilizar a comunicação com a ideia de que esse é um saboroso salgadinho que vem com extra queijo.
O que me vem a mente é uma pessoa com um saco de KI QUEIJO na mão, sentindo o agradável aroma de queijo e dizendo: Hmmmmmmm! KI QUEIJO!
Sem contar que você só precisava de 50 centavos para soberear esse delicioso salgadinho."
Nesse momento fui levada para o passado, o passado em que ainda se vendiam porcarias na cantina do colégio. Lembrei da ansiedade em que eu ficava para que chegasse logo a hora do recreio só para poder pedir um saco de KI QUEIJO pro tio da cantina.
Eu pegava meu KI QUEIJO e sentava nas escadas que davam de frente para quadra de futsal do colégio. Era lá que eu passava todo recreio, comendo meu KI QUEIJO com extra queijo!
Tempos bons aqueles em que se vendiam KI QUEIJO no colégio...
" ... já faz um dia que eu não como meu KI QUEIJO.!"
"muitos não devem saber, mas a palavra KI QUEIJO vem da união da fala informal usada na internet para agilizar a comunicação com a ideia de que esse é um saboroso salgadinho que vem com extra queijo.
O que me vem a mente é uma pessoa com um saco de KI QUEIJO na mão, sentindo o agradável aroma de queijo e dizendo: Hmmmmmmm! KI QUEIJO!
Sem contar que você só precisava de 50 centavos para soberear esse delicioso salgadinho."
Nesse momento fui levada para o passado, o passado em que ainda se vendiam porcarias na cantina do colégio. Lembrei da ansiedade em que eu ficava para que chegasse logo a hora do recreio só para poder pedir um saco de KI QUEIJO pro tio da cantina.
Eu pegava meu KI QUEIJO e sentava nas escadas que davam de frente para quadra de futsal do colégio. Era lá que eu passava todo recreio, comendo meu KI QUEIJO com extra queijo!
Tempos bons aqueles em que se vendiam KI QUEIJO no colégio...
" ... já faz um dia que eu não como meu KI QUEIJO.!"
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